É falso o documento que circula nas redes sociais intitulado "Carta Aberta da Indústria Brasileira – Acordo firmado é acordo cumprido”

CNI esclarece que não elaborou nem assinou o texto atribuído à entidade e não autorizou sua divulgação em aplicativos de mensagens, redes sociais e sites

Foto: Iano Andrade / CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informa que é falso o documento intitulado “Carta Aberta da Indústria Brasileira – Acordo firmado é acordo cumprido”, que circula desde esta quarta-feira (4) em aplicativos de mensagens, redes sociais e sites, atribuído à entidade. A CNI não elaborou, não assinou e não autorizou a divulgação do texto. O conteúdo não reflete as posições institucionais da Confederação.

O único documento enviado pela CNI sobre o tema foi assinado pelo presidente Ricardo Alban e protocolado sob os números 979 e 980. O material foi encaminhado ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, e ao ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. Nele, a CNI propõe que o período de testes da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) seja estendido para 2027. O argumento é que não houve tempo suficiente para que os Fiscos desenvolvessem plenamente o novo sistema nem para que as empresas se preparassem.

O uso indevido do nome, da marca e da representatividade da CNI para divulgar informações falsas é uma prática grave. Ela engana a sociedade, prejudica a imagem da instituição e compromete o debate público sobre um tema importante para o país.

A CNI reafirma seu compromisso com a transparência e com a informação verdadeira. Os posicionamentos oficiais da entidade são divulgados apenas em seus canais oficiais.

Confira, a seguir, os documentos oficiais enviados pela CNI aos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços:

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