WorldSkills abre uma janela de oportunidades, destaca competidor

Eduardo Felipe Benvegnir, de 19 anos, quer dar o melhor no torneio mundial de educação profissional, que ocorre em agosto, em Kanzan, na Rússia
O competidor paranaense Eduardo Felipe ajudava o pai da oficina mecânica, mas com a WorldSkills o rumo de sua vida mudou. A competição virou paixão

A primeira vez em que viu um cartaz sobre a WorldSkills, em 2015, Eduardo Felipe Benvegnir, 19 anos, ainda era aluno do curso técnico no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de Cascavel, no Paraná. Mas foi ali que ele decidiu que um dia iria participar da maior competição mundial de profissões técnicas. "Hoje é uma paixão", define ele, que treina para representar o Brasil na modalidade de Manutenção Técnica, na competição que ocorre em agosto, em Kazan, na Rússia.

Eduardo já ajudava o pai na oficina mecânica quando começou a fazer o curso. "Pensava em trabalhar com meu pai ou em uma concessionária”, lembra. Mas o ofício de competidor mudou tudo. "A base começou lá no SENAI e já faz diferença no mercado de trabalho, mas treinar para o torneio é um intensivo tão grande. Não tem faculdade ou outro curso que se compare", diz o rapaz, que a poucos meses de embarcar para a competição, está muito feliz. 

"Não dá pra descrever. É uma vontade muito grande de estar lá, de representar o país. Você mostra para o mundo o seu trabalho”, sonha alto o jovem de 19 anos.

Essa é a aposta do jovem de Ubiratã, no Paraná: o torneio abre uma janela para muitas oportunidades. "Meu único foco é ir lá e ganhar a competição, dar o meu melhor porque eu sei que depois disso vem um convite, um emprego. Então estou bem tranquilo”, assegura.

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