Reportagem do Fantástico, da TV Globo, mostra como se qualificar para conseguir emprego

No programa do último domingo, gerente-executivo de Estudos e Prospectivas do Sistema Indústria, Márcio Guerra, deu dicas de como ser bem sucedido no mercado de trabalho
Reprodução/TV Globo

O gerente-executivo de Estudos e Prospectivas do Sistema Indústria, Márcio Guerra, participou de reportagem exibida no programa Fantástico, da TV Globo, no último domingo (31). A matéria mostrou cenas da fila de mais 15 mil pessoas que se formou no centro de São Paulo devido a mutirão de oferta de 6 mil vagas de emprego. Guerra analisou as dificuldades para preenchimento de postos de trabalho mesmo diante dos altos índices de desemprego e deu dicas aos profissionais de como ser bem sucedido no mercado de trabalho.

De acordo com ele, é preciso, antes de mais nada, buscar o autoconhecimento. “Ao buscar uma vaga, leve sempre em consideração o que você gosta de fazer e aquilo que você sabe fazer”, recomenda. Em seguida, o ideal é se qualificar e buscar cursos para se aperfeiçoar de forma coerente em uma área. “Escolher várias profissões diferentes pode levar a uma falta de foco e uma falta de identidade no mercado de trabalho. Ter no currículo diversos cursos sem ter uma especialidade também pode ser considerado um ponto negativo para você ser inserido”, explica Guerra.

No mutirão de emprego do ano passado, realizado pelo Sindicato dos Comerciários de São Paulo, apenas 60% das vagas foram preenchidas. As demais não foram ocupadas por falta de trabalhadores qualificados para os postos. Devido a essa lacuna, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em São Paulo foi chamado para inscrever as pessoas da fila em curso de qualificação profissional.

A reportagem também apresentou estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), do Ministério da Economia, que analisa quais são as tarefas que computadores e robôs podem fazer melhor ou tão bem quanto as pessoas. De acordo com o trabalho, no Brasil, 30 milhões de empregos podem desaparecer em sete anos devido ao uso de máquinas. “Tendem a reduzir sua relevância ou a desparecer as profissões que são muito mais rotineiras, ou seja, processos contínuos de trabalho repetitivo”, analisa Márcio Guerra.

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