7 motivos para seu filho estudar robótica na escola

Teoria e prática juntas estimulam criatividade, inovação e o desenvolvem habilidades fundamentais para o mundo 4.0. Conheça as razões para matricular seu filho ainda hoje numa escola que tenha robótica no currículo

A robótica na escola tem um poder transformador. Crianças e jovens, que antes não ligavam para disciplinas como Matemática, Ciências, Física ou mesmo Português, passam a se dedicar com afinco para conseguir programar e desenhar robôs. Em pouco tempo, é nítida a melhora no desempenho em todas as matérias e um interesse maior pelas áreas ligadas à tecnologia.

Pesquisa realizada pela consultoria JS Brasil com participantes do Torneio SESI de Robótica de 2018 mostra que 94% dos estudantes passaram a se dedicar mais a conteúdos de exatas depois da participação no torneio. Além disso, 50% dos entrevistados afirmaram que as notas escolares aumentaram e 76% começaram a acreditar mais em sua capacidade de inovação. 

Desde 2006, o SESI conta com a robótica no currículo de suas escolas em todo o Brasil. Anualmente, são 198 mil alunos dos ensinos fundamental e médio desenvolvendo habilidades fundamentais para o profissional 4.0: trabalho em equipe, raciocínio lógico e uma visão crítica do mundo. Veja abaixo por que matricular seu filho numa escola que ofereça robótica:

1. Profissional do futuro

A robótica educacional estimula competências fundamentais para o profissional 4.0 como espírito investigativo, trabalho em equipe, planejamento, cooperação, diálogo, pesquisa e tomada de decisões. Com foco na abordagem de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, a robótica está fomentando novas gerações de engenheiros e pesquisadores que a indústria tanto precisa.

2. Criatividade e inovação

A robótica vai muito além da programação de robôs. É, principalmente, um processo de aprendizagem. O objetivo é incentivar jovens a pensar de forma criativa, eficiente, lúdica e prática a fim de resolver os problemas gerados pelo que foi estudado em sala de aula. Alunos e professores aprendem juntos os conteúdos de Física, Química, Biologia e Matemática.

3. Competências socioemocionais 

O mercado de trabalho exige muito mais que habilidades técnicas. As competências socioemocionais fazem profissionais se destacarem. Nos torneios de robótica, os estudantes desenvolvem a capacidade de se relacionar com outras pessoas com respeito às diferenças.

Além disso, com raciocínio matemático e científico, lidam a todo instante com a resolução de problemas complexos; aprendem a organizar suas ideias, a como obter uma comunicação eficaz, a trabalhar com ética e como fazer a tão necessária gestão de tempo e de emoções – prática comum em competições.

4.Desempenho em sala de aula

Pesquisa feita pela FIRST (For Inspiration & Recognition of Science & Technology), organização não-governamental responsável pelo campeonato mundial de robótica, mostra que 88% dos participantes das competições de robótica disseram ter aumentado o interesse em ir para a escola e 80% responderam que passaram a ter interesse em trabalhar em áreas relacionadas a ciência e tecnologia após participar das disputas de robótica.

5. Empreendedorismo

Para ser um bom empreendedor, é necessário ter planejamento, atuar com metas, otimizar o orçamento, saber trabalhar em equipe e, claro, “vender” muito bem suas ideias. Essas habilidades fazem parte da rotina dos estudantes de robótica educacional.

Com os torneios de robótica, inclusive, os jovens contam que perdem a timidez, tornam-se mais proativos, e absorvem espírito investigativo com cooperação e diálogo. Nessas disputas, eles lidam com questões como se fossem donos de suas empresas, com papeis bem definidos para cada membro da equipe. 

6. Oportunidades no exterior

Quem faz robótica está credenciado a participar dos torneios promovidos no Brasil. Estudantes de escolas públicas e privadas ou até equipes de garagem (sem vínculo escolar) podem disputar. A boa colocação na etapa nacional pode garantir uma vaga para seu filho competir em países como Estados Unidos, Austrália, Uruguai, Turquia, Uruguai e Líbano.

Num torneio internacional, o estudante é estimulado a aprender outros idiomas, tem contato com culturas diferentes e novas formas de lidar com situações do dia a dia, desenvolvendo mais flexibilidade e confiança. Só no mundial de Houston, realizado entre 17 e 20 de abril, havia equipes de 74 países. E o Brasil deu um show! Seis das 10 equipes brasileiras ganharam prêmios.

7. Diversão garantida

Uma das premissas da robótica é que o aprendizado vem junto com a diversão. Você já acompanhou a algum torneio da FIRST LEGO League? Se sim, sabe do que estamos falando. Há muita música, brincadeiras, cores, coleguismo e troca de conhecimentos.

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