5 fatos que mostram como o SESI e o SENAI aumentam a competitividade brasileira

As duas instituições trabalham para que o Brasil seja cada vez mais competitivo e inovador. Saiba como

Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que o Brasil está em penúltimo lugar em um ranking de competitividade com 18 países. A Coreia do Sul lidera o topo do ranking, seguida pelo Canadá e Austrália. A pesquisa, feita desde 2010, avaliou outros 17 países que possuem economia similar a do Brasil.

Ao todo, foram avaliados nove fatores que têm impacto sobre a eficiência e o desempenho de empresas na conquista de mercados. São eles: disponibilidade e custo de mão de obra, disponibilidade e custo de capital, infraestrutura e logística, peso dos tributos, ambiente macroeconômico, competição e escala do mercado doméstico, ambiente de negócios, educação e tecnologia e inovação.  

Com este cenário, o trabalho realizado pelo SESI e pelo SENAI, com a contribuição de todos os trabalhadores e a participação dos alunos, torna-se fundamental para alavancar o nosso país neste ranking tão importante. Conheça algumas das ações:

1. Promove educação profissional de qualidade

Um dos principais fatores que afeta a competitividade de um país é a disponibilidade de mão de obra qualificada. Profissionais qualificados aumentam a produtividade da empresa e, consequentemente, tornam a economia do país mais competitiva. Apontado pela ONU como uma das principais instituições educacionais do hemisfério Sul, o SENAI já formou mais de 75 milhões de trabalhadores em 28 áreas da indústria brasileira, desde 1942.

2. Investe em inovação

O SENAI estimula à inovação da indústria, com o desenvolvimento de pesquisa aplicada e serviços técnicos e tecnológicos. A rede de Institutos SENAI de Inovação e Tecnologia, com infraestrutura e profissionais capacitados, desenvolve produtos e processos inovadores e é fator primordial para o aumento da competitividade da indústria brasileira.

3.  Prepara profissionais para a Indústria 4.0

Levantamento realizado pelo Fórum Econômico Mundial revela que a quarta revolução industrial impactará na automatização de diversas profissões, com 76 milhões de empregos sendo deslocados até 2022 em 20 das principais economias. No entanto, o avanço da tecnologia e as novas formas de trabalho poderão criar 133 milhões de novos empregos. Para acompanhar essas mudanças e contribuir com a competitividade das empresas, os profissionais precisarão estar preparados profissionalmente. Atento a essa nova realidade, o SENAI disponibiliza cursos técnicos, de aperfeiçoamento profissional e pós graduação nas tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0.  Confira o levantamento na íntegra.

4. Eleva a escolaridade e qualidade de vida do trabalhador

O aumento da competitividade passa por desafios como a elevação da escolaridade do trabalhador, a redução dos afastamentos do trabalho e a adoção do estilo de vida saudável. Desde 1946, o SESI oferta educação de excelência voltada para o mundo do trabalho, além de atividades de educação, segurança e saúde do trabalho e promoção da saúde. O SESI acompanha as inovações pedagógicas e conta com abordagens e recursos que preparam os alunos para as profissões do futuro, como o STEAM, e o Espaço Maker.

5. Incentiva o interesse em ciências e tecnologia

Por meio do Torneio de Robótica, o SESI contribui para que crianças e jovens de 9 a 16 anos desenvolvam o interesse por ciência, tecnologia,  engenharia, artes e matemática. Além de fortalecer a capacidade de inovação, criatividade e raciocínio lógico, a iniciativa colabora com a formação de profissionais mais bem qualificados para o mercado de trabalho, possibilitando aumento na produtividade e competitividade das empresas.

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