SESI Lab tem abertura noturna gratuita nesta terça-feira

Público poderá visitar exposições como "SESI 80: Construindo Futuros", "Flieg. Tudo que é sólido" e "Bordaduras", obra de Regina Silveira que ocupa a fachada do museu

Foto: Isis Aisha/SESI Lab

O SESI Lab abre na terça-feira (29) em horário especial noturno. E o melhor: a entrada é gratuita! Uma vez por mês, sempre na última terça-feira, o museu de arte, ciência e tecnologia estende o funcionamento até 22h, permitindo que o público explore as atrações em cartaz de uma maneira que se encaixe melhor em sua rotina. 

Em cartaz no SESI Lab até dezembro, a exposição SESI 80: Construindo Futuros celebra os 80 anos do Serviço Social da Indústria (SESI) e conecta a trajetória da instituição às transformações do Brasil. A mostra reúne documentos, fotografias, depoimentos, instalações interativas e experiências digitais para apresentar diferentes momentos e frentes de atuação do SESI, como educação, saúde, cultura, esporte, alimentação, segurança do trabalhador e inovação. A exposição também convida o público a refletir sobre os desafios e as possibilidades dos próximos 80 anos. 

Outra novidade é Bordaduras, obra da artista plástica Regina Silveira que acaba de ser inaugurada no SESI Lab. Trata-se de um vinil adesivo de 530 m² que enlaça toda a fachada de vidro do edifício projetado por Oscar Niemeyer, chamando a atenção tanto a partir da área externa quanto para quem está dentro do museu. 

O público também poderá conhecer mais sobre a obra do fotógrafo Hans Gunter Flieg. A exposição Flieg. Tudo que é sólido, recém-inaugurada no SESI Lab, apresenta 180 imagens do fotógrafo que registrou processos de industrialização, arquitetura e transformações do Brasil. Realizada em parceria com o Instituto Moreira Salles (IMS), a mostra marca a abertura da nova galeria de exposições temporárias do museu. 

Na área externa, A Queda de Atlas, do artista Anderson Schneider, surpreende: um origami de sete toneladas prestes a decolar. A obra de arte parece desafiar a gravidade ao unir o peso das placas de aço com a leveza dos cabos que a sustentam. Para além da física, A Queda de Atlas pretende despertar no público uma reflexão sobre a contemporaneidade, sob o prisma da produtividade, da meritocracia e da hiperconexão.

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