O SESI Lab publicou seu relatório anual de atividades de 2025, consolidando dados de visitação, ações educativas, impacto econômico e iniciativas de acessibilidade desenvolvidas pelo museu desde a sua criação.
A publicação apresenta indicadores que ajudam a dimensionar o alcance social e cultural da instituição e reforça uma prática cada vez mais presente em museus contemporâneos: a transparência sobre resultados e fontes de financiamento, além do impacto para a sociedade.
Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, o relatório reforça mais uma vez como o SESI Lab representa uma ampliação histórica da atuação educacional e cultural do Sistema Indústria.
“O SESI Lab se consolida como uma plataforma potente de diálogo entre indústria, educação, cultura, ciência e sociedade”, explicou. O museu, segundo Alban, reafirma “o papel da indústria não apenas como força econômica, mas como agente de mudança social”.
O diretor superintendente do Serviço Social da Indústria (SESI), Paulo Mól, destaca que o ano de 2025 marcou uma fase de amadurecimento institucional do museu. “O caminho trilhado até aqui nos prepara para avançar com responsabilidade, transparência e visão de futuro, mantendo o SESI Lab como um espaço de referência que inspira, forma e mobiliza novas gerações”.
Ao longo de 2025, o SESI Lab ampliou sua atuação como espaço de encontro entre arte, ciência e tecnologia, fortalecendo sua programação de exposições, ações educativas, atividades culturais e iniciativas de acessibilidade.
Orientado pelo tema anual “Energia”, o museu aprofundou o diálogo com temas contemporâneos e consolidou uma proposta baseada em experiências interativas, participação do público e articulação entre diferentes áreas do conhecimento.
O SESI Lab também expandiu sua presença por meio de materiais educativos, seminários, publicações, exposições itinerantes e um acervo digital que amplia o alcance territorial de suas iniciativas.
Além dos números, o relatório divulgado posiciona o SESI Lab dentro de uma discussão internacional sobre o papel contemporâneo dos museus. O Conselho Internacional de Museus (ICOM), defende que instituições museais atuem de forma acessível, participativa e comprometida com a sociedade, ampliando mecanismos de transparência, gestão e comunicação pública.
A superintendente de cultura do SESI, Cláudia Ramalho, explica que o relatório não é apenas um balanço institucional. “Mais do que divulgar atividades, o relatório traduz nosso propósito, evidencia resultados e conecta diferentes públicos a um projeto que se posiciona como agente de transformação educacional e cultural no país”.
Confira os principais números do relatório:



