Os índices de crescimento das economias ao redor do mundo aos níveis de 2008 só devem ocorrer em 2018, afirmou o professor Francisco Carlos Teixeira da Silva, que participou de encontro promovido pela FIESC, nesta quarta-feira, dia 11, em Florianópolis. No evento, realizado em conjunto com a Fundação Dom Cabral, ele destacou que a informação é do Banco Central Alemão.
Teixeira da Silva disse que a crise financeira que o mundo acompanha hoje não é uma nova crise, mas sim uma continuação daquela de 2008. Esta situação está mexendo com a geopolítica e redistribuindo poderes, o que na opinião dele, é fundamental. Nesta nova geopolítica, o Brasil terá ainda mais desafios para enfrentar. Ele advertiu que hoje as nações estão se concentrando demais na crise atual e não estão pensando no mundo após a crise.
Na abertura do evento, o presidente do Sistema FIESC, Glauco José Côrte, defendeu mais competitividade para o País, pois dessa forma é possível crescer mais rapidamente e favorecer as famílias brasileiras. Côrte também falou dos investimentos em educação, destacando os R$ 300 milhões que o Sistema FIESC vai investir até 2014.


