Queda da Selic para 4,5% ao ano foi acertada, avalia CNI

Para Confederação, a decisão do Banco Central mantém o Brasil no caminho de práticas internacionais e a redução deve ser transferida para toda a estrutura de juros no mercado privado
Banco Central reduz taxa básica de juros a menor patamar da história

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, avalia que a decisão do Banco Central (BC)de dar continuidade à política monetária expansionista é acertada. A instituição reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual, colocando-a em novo patamar histórico, de 4,5% ao ano.

Essa medida reduz o custo da dívida pública, mantém o Brasil no caminho de uma taxa compatível com as práticas internacionais e tem potencial para afetar toda a estrutura de juros no sistema financeiro nacional. Para o presidente da CNI, a política econômica deve se voltar para ações que transfiram essa queda para os juros pagos pelas empresas e pelas famílias no sistema financeiro. 

“É necessário avançar com mais celeridade na microeconomia das taxas de juros para promover a redução dos spreads e do custo de capital para as empresas”, diz Robson Braga de Andrade.

Na avaliação da CNI, a inflação segue em curso favorável e encerrará o ano abaixo do centro da meta de 4% ao ano. A expectativa de inflação futura também é positiva. “Os avanços significativos da agenda de políticas públicas e medidas visando a estabilidade macroeconômica do País, principalmente no campo fiscal, permitem a manutenção da Selic em patamares reduzidos”, avalia Robson Braga de Andrade.

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