Na visão dos pais: como a robótica mudou meu filho

Familiares prestigiam os jovens competidores no regional do Mato Grosso do Sul e falam da evolução dos estudantes

Foto: Gilberto Sousa/CNI

Ouvimos dos professores, dos técnicos e dos próprios alunos que a robótica transforma a vida de quem participa dos torneios promovidos pelo Serviço Social da Indústria (SESI). A Agência de Notícias da Indústria conversou com os familiares dos jovens, aqui em Campo Grande (MS), para saber como essas competições influenciam no comportamento dentro de casa, na vida pessoal. 

Ver os filhos tão estudiosos e cada dia mais perto do mercado de trabalho, de pesquisadores e de engenheiros, é motivo de orgulho e de emoção. Mas além disso, para Juliano Folle, pai do estudante do SESI Dourados Olavo Folle, a robótica também ensinou foco e uniu o filho a um grupo de amigos muito atenciosos.

"É o primeiro torneio dele. Nos dias de treino, eu percebia ele amanhecia super focado, motivado, não via a hora de chegar e lá desempenhar melhor papel. Ele se envolve na pesquisa, na produção, no robô, na mesa. Pelo fato de ser o menorzinho da equipe, percebo que ele contagia todo mundo com muita energia, todo mundo gosta dele. Ele virou o mascote", contou Folle.

Confira, no vídeo a seguir, outros depoimentos de familiares que vieram prestigiar os estudantes no Torneio Regional do SESI no Mato Grosso do Sul: 

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