Equipe de robótica do SESI conquista prêmio inédito em mundial da F1 In Schools

Os estudantes da equipe Pocadores, do Espírito Santo, vão trazer para casa o prêmio escrutínio, destinado ao projeto de carro que atingiu todos os critérios de dimensões, design, inovação e engenharia

estudantes vestidos de laranja seguram bandeiras do Brasil e com o nome da equipe, Pocadores

Os capixabas vão dominar o mundo! A equipe Pocadores, do Serviço Social da Indústria (SESI) Jardim da Penha, Espírito Santo, entrou para a história ao conquistar o prêmio escrutínio no mundial da F1 In Schools, realizado entre os dias 10 e 13 de setembro em Singapura.  

A premiação, dada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), leva em consideração o melhor projeto de carro que conseguiu atingir todos os critérios de dimensões, design, inovação e engenharia. 

Formada pelos estudantes Arjan Petrus, Bernardo Infantini, Lucas Simonetti, 16 anos, Eduardo Schultz, 18 anos, Gabriela Santos, 14 anos e Mellina Oliveira, 17 anos, sob a regência dos técnicos Bruno de Castro e Leandro Zanetti, a equipe se dedicou arduamente para levar o prêmio para casa e entrar para a história da F1 In Schools do Brasil. 

Foram campeões estaduais e nacionais na mesma categoria, a escrutínio, sendo o primeiro carro brasileiro em uma final mundial que estava 100% de acordo com as regras técnicas do escrutínio, além do acabamento impecável do carro do time. 

A premiação, dada pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), leva em consideração o melhor projeto de carro que conseguiu atingir todos os critérios de dimensões, design, inovação e engenharia

“Trazer esse prêmio é especial, porque é inédito para o Brasil. Geralmente, essa premiação fica nas mãos dos europeus e dos australianos, é algo muito técnico, de engenharia. Agora eles vão olhar diferente para o Brasil. Voltamos para casa com o sentimento de dever cumprido”, declara Bruno de Castro, técnico da equipe Pocadores.


Outra equipe brasileira também embarcou para Singapura. A Mach One do SESI Planalto, Goiás, também levou seu carro para competir no GP, mas não alcançaram premiações. 

Fique por dentro da F1 In Schools 

Não sabe o que significa F1 In Schools? Vou contar a você como tudo funciona. O programa desafia estudantes de 9 a 19 anos, matriculados em escolas da rede SESI, a competir em uma pista de corrida em miniatura. Esse campeonato é só uma parte do projeto internacional realizado pela própria Fórmula 1. 

Se você acha que velocidade é o fator mais importante aqui, está enganado. É necessário utilizar diversos recursos tecnológicos para projetar, modelar e testar o protótipo. O F1 também exige uma preparação para o mundo profissional, por meio do plano de negócios, estratégias em mídias sociais, patrocínio e marketing. 
 

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