Avanço de pauta de competitividade no Congresso contribui para recuperação da confiança, diz presidente da CNI

Em café da manhã com deputados do PSL, nesta quarta-feira (25), Robson Braga de Andrade reforçou importância de aprovação de reformas estruturais e medidas que reduziam a burocracia para as empresas
O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou a importância da aprovação da reforma da Previdência

O Congresso Nacional tem exercido protagonismo relevante na discussão e aprovação de propostas que contribuirão para a retomada do crescimento e a melhora do ambiente de negócios do país. Segundo o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, o avanço de temas como as reformas da Previdência e tributária e marcos que reduzem burocracias para o setor produtivo – como o Protocolo de Madri – têm contribuído para trazer otimismo quanto à recuperação do crescimento da economia. 

A avaliação foi feita nesta quarta-feira (25), em café da manhã com a bancada do PSL na Câmara dos Deputados, realizado na CNI, em Brasília. Durante o encontro, Andrade e os parlamentares discutiram temas prioritários para o país em debate no Legislativo.

“O Congresso tem debatido as questões importantes para o país de maneira clara. Entre os empresários, com a indústria voltando a crescer e a construção civil dando sinais de recuperação, começamos a ver com mais otimismo o futuro do Brasil. Estamos na direção correta para colocar o Brasil na rota do desenvolvimento”, disse Andrade. 

O presidente da CNI destacou a importância da aprovação da reforma da Previdência ainda em 2019 e que as discussões sobre a reforma tributária evoluam com celeridade. Andrade reforçou a importância de a modernização do sistema de tributos caminhe no sentido da simplificação e da redução da burocracia, o que significa reduzir o custo que as empresas têm para apurarem os impostos devidos. “O que esperamos da reforma é simplificação e melhor distribuição da carga pelos setores da economia”, afirmou.

Para ilustrar o peso dos tributos para as empresas industriais, Andrade lembrou que a indústria responde por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todas as riquezas produzidas no país –, mas recolhe 32% dos impostos federais e 45% dos impostos totais no Brasil. “Além disso, a indústria emprega 10 milhões de trabalhadores, é o maior empregador formal e quem mais contribui para a Previdência Social. Uma melhor distribuição da carga tributária, inclusive, contribuiria para a atração de investimentos", finalizou Andrade.

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