CNI e instituições do setor produtivo divulgam manifesto pela modernização da jornada de trabalho

Documento, assinado por mais de 100 instituições, defende quatro princípios para a discussão sobre o tema: preservação do emprego formal, produtividade, diferenciação por setor e discussão técnica aprofundada

Foto: Shutterstock

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e mais de 100 outras instituições do setor privado divulgaram nesta terça-feira (3) um manifesto conjunto em favor da modernização da jornada de trabalho no Brasil. O documento – assinado por entidades representantes da indústria, agronegócio, transportes, comércio e serviços, entre outros – enfatiza a posição contrária do setor produtivo aos projetos legislativos que tratam da redução da escala de trabalho.

O manifesto enumera que a discussão do tema deve levar em conta quatro princípios: a preservação do emprego formal; a produtividade como base para a sustentabilidade e o desenvolvimento; a diferenciação por setor e uso da negociação coletiva; e a discussão técnica aprofundada.

Para as entidades mobilizadas, o debate sobre a modernização da jornada de trabalho é legítimo e relevante para o bem-estar dos trabalhadores e para a dinâmica econômica do país. Contudo, há um aspecto central que precisa ser considerado nessa discussão: os impactos em competitividade, produtividade e a precarização dos empregos no Brasil.

Confira a íntegra do manifesto:


Manifesto pela modernização da jornada de trabalho no Brasil
Emprego formal, produtividade e qualidade de vida

O debate sobre a modernização da jornada de trabalho é legítimo e relevante para o bem-estar dos trabalhadores e para a dinâmica econômica do país. O objetivo social é claro: saúde e qualidade de vida. Para tanto, é necessário colocar também como aspecto central os impactos em competitividade, produtividade e a precarização dos empregos no Brasil.

Sob o ponto de vista econômico, o emprego formal é um ativo social que precisa ser preservado. Segundo o IBGE, em 2025, o Brasil tinha 38,9 milhões de empregados com carteira assinada no setor privado. Já o Ministério do Trabalho e Emprego registrou estoque de 48,45 milhões de vínculos celetistas em dezembro de 2025 (Novo Cage). Essas bases capturam recortes diferentes do mercado de trabalho, mas convergem ao indicar a dimensão do contingente formal que deve estar no centro de qualquer mudança.

Pesquisas recentes indicam que uma parcela elevada das empresas relata dificuldade para preencher vagas e reter trabalhadores, enquanto entidades apontam a escassez de mão de obra qualificada como entrave recorrente.

Modernizar a jornada não significa escolher entre qualidade de vida e atividade econômica. Significa construir um caminho em que o trabalhador possa viver melhor sem que o emprego formal se torne mais escasso ou mais instável. Para isso, é necessário reconhecer que a forma como a mudança é implementada importa tanto quanto o objetivo que se busca alcançar.

No setor industrial, o Mapa do Trabalho Industrial 2025–2027 (SENAI/CNI) estima necessidade de qualificar cerca de 14 milhões de pessoas no período; paralelamente, há relatos setoriais de volumes expressivos de vagas abertas não preenchidas, como no varejo supermercadista, citado com mais de 350 mil vagas em recorte recente. No setor de transportes, mais de 65% das empresas do transporte de cargas e mais de 53% das empresas de transporte urbano de passageiros já relatam falta de motoristas, o que pode comprometer a regularidade dos serviços prestados à população.

A experiência internacional demostra que, nos países onde ocorreu a redução do número de horas trabalhadas, o debate evoluiu por meio de um processo histórico vinculado a ganhos de produtividade. Quando a produção por hora trabalhada cresce, a sociedade consegue reduzir o volume de trabalho e preservar renda e preços. Isto torna o processo sustentável.

No entanto, quando a mudança ocorre sem esse equilíbrio, o resultado pode ser o aumento de custos, a redução de contratações formais e/ou o repasse de preços para o consumidor. Nenhum desses cenários favorece o país, seus trabalhadores e suas empresas. Nesse contexto, o Brasil precisa acelerar qualificação, ampliar oportunidades e viabilizar adoção de tecnologia e inovação, sustentando produtividade.

O ordenamento jurídico já dispõe de mecanismos de ajuste por meio de negociação, e a Reforma Trabalhista ampliou instrumentos para acomodar heterogeneidades por setor e atividade. O desafio, portanto, não é apenas “mudar a regra”, mas calibrar a implementação para que diferentes realidades produtivas — operações contínuas, serviços essenciais, picos sazonais e distintos portes empresariais — possam se adaptar sem rupturas.

Diante disso, defendemos que essa discussão tenha por base quatro princípios:

  1. Preservação do emprego formal e mitigação de incentivos à informalidade: cerca de 40% da população economicamente ativa encontra-se na informalidade. A redução de incentivos à informalidade, direcionando estratégias e políticas que observem diferenças setoriais e por porte de empresa, é essencial ao crescimento econômico e ao desenvolvimento social sustentáveis do país.
  1. Produtividade como base para sustentabilidade e desenvolvimento social e econômico": a adoção de medidas concretas para aumentar a produtividade, tais como qualificação e difusão tecnológicas, é urgente.
  1. Diferenciação por setor e uso de negociação coletiva: reconhecer a heterogeneidade do mercado de trabalho e focar em ajustes setoriais, seja por atividade ou por meio da negociação coletiva, ao permitir ajustar escalas, turnos e limites de trabalho de forma adaptada ao contexto do setor e da região.
  1. Discussão técnica aprofundada e governança de diálogo social: mudanças estruturais como a dos limites constitucionais da jornada de trabalho devem ser fundamentadas em debates técnicos aprofundados, que considerem impactos e alternativas, com governança por meio de diálogo social centrado no consenso entre trabalhadores, empregadores e poder público.

Os setores produtivos defendem que a sociedade avance no diálogo sobre o tema com maturidade, acolhendo a importância do debate e garantindo que ele ocorra sem abrir mão de discutir, com profundidade e com base em elementos técnicos. Colocar esses pontos no centro do diálogo é assegurar que ele caminhe na direção correta.

Mudanças estruturais que nascem do enfrentamento responsável de seus detalhes protege melhor, dura mais e entrega resultados reais. É isso que se espera de uma agenda dessa dimensão. A não observância dos impactos em custos de produção e seus reflexos em preços de bens e serviços essenciais como alimentação, medicamentos, transporte, e outros serviços cotidianos, têm o risco de produzir um paradoxo: ampliação formal do limite de um direito e redução do bem-estar material por meio, por exemplo, da perda do poder de compra.

Proteger quem mais precisa significa, também, prevenir que mudanças provoquem aumento da informalidade, da necessidade de aumento do volume de trabalho para obter renda complementar, e esvaziamento da promessa de melhoria de qualidade de vida.

Focados na responsabilidade social do tema, conclamamos a todos os atores envolvidos como poder público, autoridades, trabalhadores e sociedade civil para a construção de um diálogo responsável, pautado pela racionalidade, pela busca de consensos e pela análise rigorosa dos dados.

Nesse sentido, considera-se recomendável que o aprofundamento desta pauta ocorra fora do ambiente de disputas eleitorais, em momento mais propício à construção de consensos duradouros e de soluções equilibradas, evitando que decisões pressionadas possam comprometer a qualidade de políticas públicas e seus efeitos sobre o país. Somente com maturidade social poderemos avançar para construir um futuro de trabalho mais justo, produtivo e equitativo para todos os brasileiros.


Veja as assinaturas: 

  1. ABAD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ATACADISTAS E DISTRIBUIDORES 
  2. ABAG - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO 
  3. ABAG/RP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO AGRONEGÓCIO DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO 
  4. ABCS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE SUÍNOS 
  5. ABCZ - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADORES DE ZEBU 
  6. ABERC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE REFEIÇÕES COLETIVAS 
  7. ABIA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS 
  8. ABIEC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS EXPORTADORAS DE CARNE 
  9. ABIFUMO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO FUMO 
  10. ABIMAQ - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 
  11. ABIOGÁS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO BIOGÁS E DO BIOMETANO 
  12. ABIOVE - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE ÓLEOS VEGETAIS 
  13. ABIÓPTICA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS ÓPTICAS 
  14. ABIPESCA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE PESCADOS 
  15. ABIR - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE REFRIGERANTES E DE BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS 
  16. ABISOLO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE TECNOLOGIA EM NUTRIÇÃO VEGETAL 
  17. ABIT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA TÊXTIL E DE CONFECÇÃO 
  18. ABIH – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE HOTÉIS 
  19. ABLOS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS LOJISTAS SATÉLITES DE SHOPPINGS 
  20. ABIS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS E DO SETOR DE SORVETES 
  21. ABPA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PROTEÍNA ANIMAL 
  22. ABRABOR - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRODUTORES E BENEFICIADORES DE BORRACHA NATURAL 
  23. ABRAFESC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FACTORING, SECURITIZAÇÃO E EMPRESAS SIMPLES DE CRÉDITO 
  24. ABRAFRIGO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRIGORÍFICOS 
  25. ABRAFRUTAS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTOS EXPORTADORES DE FRUTAS E DERIVADOS 
  26. ABRAMILHO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE MILHO 
  27. ABRAPA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO 
  28. ABRAS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SUPERMERCADOS 
  29. ABRASCA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS COMPANHIAS ABERTAS 
  30. ABRASCE - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SHOPPING CENTERS 
  31. ABRASEL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE BARES E RESTAURANTES 
  32. ABRASEM - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS 
  33. ABRASS - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE SEMENTES DE SOJA 
  34. ABREMA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RESÍDUOS E MEIO AMBIENTE 
  35. ABTP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS TERMINAIS PORTUÁRIOS 
  36. ABNC - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NOZES, CASTANHAS E FRUTAS SECAS 
  37. ACAD BRASIL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ACADEMIAS 
  38. ACRIMAT - ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE MATO GROSSO 
  39. ADIAL - ASSOCIAÇÃO PRÓ-DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO ESTADO DO GOIÁS 
  40. AENDA - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE PRODUTOS FITOSSANITÁRIOS 
  41. AELO – ASSOCIAÇÃO DAS EMPRESAS DE LOTEAMENTO E DESENVOLVIMENTO URBANO 
  42. AMA BRASIL - ASSOCIAÇÃO DOS MISTURADORES DE ADUBOS DO BRASIL 
  43. AMPA - ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DOS PRODUTORES DE ALGODÃO 
  44. ANDAV - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DISTRIBUIDORES DE INSUMOS AGRÍCOLAS E VETERINÁRIOS 
  45. ANR – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE RESTAURANTES 
  46. ANAPA - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PRODUTORES DE ALHO 
  47. ANTF – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TRANSPORTADORES FERROVIÁRIOS 
  48. APROSMAT - ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SEMENTES DE MT 
  49. APROSOJA BR - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE SOJA 
  50. APROSOJA MS - ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA DE MATO GROSSO DO SUL 
  51. APROSOJA MT - ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE SOJA E MILHO DO ESTADO DE MATO GROSSO 
  52. BIOENERGIA BRASIL 
  53. BIOSUL - ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES DE BIOENERGIA DE MATO GROSSO DO SUL 
  54. CACB – CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E EMPRESARIAIS DO BRASIL 
  55. CBIC - CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 
  56. CEBRASSE – CENTRAL BRASILEIRA DO SETOR DE SERVIÇOS 
  57. CECAFÉ - CONSELHO DOS EXPORTADORES DE CAFÉ DO BRASIL 
  58. CIESP – CENTRO DAS INDÚSTRIAS DOS ESTADO DE SÃO PAULO 
  59. CITRUSBR - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS EXPORTADORES DE SUCOS CÍTRICOS 
  60. CNA - CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL 
  61. CNC - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO 
  62. CNDL – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE DIRIGENTES LOJISTAS 
  63. CNI - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA 
  64. CNseg – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS SEGURADORAS 
  65. CNT - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE 
  66. CROPLIFE BRASIL 
  67. FAEP - FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DO PARANÁ 
  68. FAESP - FEDERAÇÃO DE AGRICULTURA E PECUÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO 
  69. FAMASUL – FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DE MATO GROSSO DO SUL 
  70. FAMATO - FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO MATO GROSSO 
  71. FBHA – FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HOTÉIS E ALIMENTAÇÃO 
  72. FECOMERCIO/SP – FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DE BENS DE SÃO PAULO 
  73. FENEP – FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ESCOLAS PARTICULARES 
  74. FENERC – FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE REFEIÇÕES COLETIVAS 
  75. FENINFRA - FEDERAÇÃO NACIONAL DE CAL LCENTER, INSTALAÇÕES E MANUTENÇÃO DE INFRAESTRUTURA DE REDES DE TELECOMUNICAÇÕES DE INFORMÁTICA 
  76. FEPLANA - FEDERAÇÃO DOS PLANTADORES DE CANA DO BRASIL 
  77. FIEG – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE GOIÁS 
  78. FIEP - FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ 
  79. FIEPE – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE PERNAMBUCO 
  80. FIERGS – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 
  81. FIEMT - FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MT 
  82. FIESP - FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO 
  83. FIRJAN – FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
  84. FOHB - FÓRUM DE OPERADORES HORTELEIROS DO BRASIL 
  85. IBÁ - INDÚSTRIA BRASILEIRA DE ÁRVORES 
  86. IBISA – INSTITUTO BRASILEIRO PARA INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DO AGRONEGÓCIO 
  87. IBL – INSTITUTO BRASIL LOGÍSTICA 
  88. IBRAM – INSTITUTO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO 
  89. INSTITUTO LIVRE MERCADO 
  90. INSTITUTO DAS CIDADES 
  91. MCB – MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO 
  92. OCB - ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS BRASILEIRAS 
  93. ORPLANA – ORGANIZAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES DE PLANTADORES DE CANA DO BRASIL 
  94. REFINA BRASIL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS REFINADORES PRIVADOS 
  95. RESORTS BRASIL 
  96. SEAC/MG - SINDICATOS DAS EMPRESAS DE ASSEIO E CONSERVAÇÃO NO ESTADO DE MINAS GERAIS 
  97. SECOVI/SP – SINDICATO DA HABITAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
  98. SINDAG - SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA 
  99. SINDAN - SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA SAÚDE ANIMAL 
  100. SINDEPAT – SISTEMA INTEGRADO DE PARQUES E ATRAÇÕES TURÍSTICAS 
  101. SINDESP/MG - SINDICATO DAS EMPRESAS DE SEGURANÇA E VIGILÂNCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS  
  102. SINDIRAÇÕES - SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE ALIMENTAÇÃO ANIMAL 
  103. SINDIVEG - SINDICATO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA DEFESA VEGETAL 
  104. SINFAC/SP - SINDICATO DAS SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL FACTORING DO ESTADO DE SÃO PAULO 
  105. SRB - SOCIEDADE RURAL BRASILEIRA 
  106. SUCOSBR - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE SUCO INTEGRAL 
  107. UNEM - UNIÃO NACIONAL DO ETANOL DE MILHO 
  108. ÚNICA - UNIÃO DA INDÚSTRIA DE CANA-DE-AÇÚCAR 
  109. VIVA LÁCTEOS – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LATICÍNIOS 

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