O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, se reuniu nesta segunda-feira (6) com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, para discutir aspectos da regulamentação da reforma tributária. Em audiência no ministério, Alban e representantes de setores que serão afetados pelo imposto seletivo (bebidas e tabaco) reforçaram a preocupação para que a regulamentação seja feita com agilidade e garanta previsibilidade para as empresas se adaptarem às novas alíquotas e garantiram o planejamento dos investimentos em 2027.
“Nós queremos ter certeza de que as conquistas obtidas até agora pela reforma tributária continuem, e como ainda existem algumas variáveis, entre elas a parte do imposto seletivo, nós precisamos tranquilizar e dar previsibilidade para as indústrias que serão atingidas possam fazer o planejamento de 2027”, explicou Alban.
O presidente da CNI disse que o processo de definição sobre a regulamentação do imposto seletivo está em curso, e que o ministro garantiu manutenção do diálogo com todos os setores envolvidos para que não represente aumento carga sobre esses produtos. “Saímos com a certeza de que vamos ter essa previsibilidade o quanto antes, e com a certeza de que não vamos ter aumento de carga tributária sobre esses produtos”, completou o dirigente.
Alban afirmou ainda que o setor espera que a reforma tributária, como um todo, contribua para dar mais competitividade à indústria.



