Conheça o novo vilão do Custo Brasil

Chegou a vez de conhecermos mais um vilão da economia do País: o Polarizatus; o novo integrante do grupo tem duas caras, pouco compromisso com a coerência e se apresenta, principalmente, em tempos de eleições

Depois do Jurássio, do Tributássio e cia., uma turma que atrapalha a vida das empresas e pesa no bolso dos brasileiros, chegou a vez de conhecermos mais um vilão da economia do País: o Polarizatus. Esse novo integrante do grupo tem duas caras, pouco compromisso com a coerência e se apresenta, principalmente, em tempos de eleições. 

Sempre pronto para gritar contra qualquer ideia, até as que ele mesmo defende, o Polarizatus se alimenta de conflito. E a sua força, na recusa ao diálogo. 

A polarização improdutiva não gera solução: atrasa as decisões, aumenta o retrabalho e encarece o avanço do país. O Custo Brasil não é só financeiro, é político, institucional e social. Quando o diálogo trava, o custo aumenta.

Ao lado de outros seis vilões, o Polarizatus faz parte de um conjunto de problemas que formam o tão falado Custo Brasil. Nome dado aos entraves que encarecem a produção e afugentam os investimentos do nosso país. Em números, esses obstáculos custam R$ 1,7 trilhão ao ano.

Para deixar mais claro o "peso" desses vilões, criamos uma campanha bem-humorada de Raio-X do Custo Brasil para esclarecer como o aumento dos tributos, da burocracia e da infraestrutura precária atrapalha a vida dos brasileiros. Confira os bastidores desse processo de construção.

Conheça o Polarizatus

Para esse vilão, o importante não é construir soluções, mas criar barulho.

Seu alimento favorito?

Conflito, torcida, extremismo e a recusa obstinada ao diálogo. Quando ele aparece, debates viram brigas, consensos se desmancham e decisões importantes ficam paralisadas. Reuniões técnicas se transformam em arenas, agendas estratégicas se travam e oportunidades se perdem no caminho.

O impacto?

Atraso, insegurança, desperdício de energia institucional — e muito custo. Porque quando a polarização toma conta, o país não avança. E no fim das contas, o barulho não sai barato: vira Custo Brasil.

Campanha Custo Brasil

A CNI traz a Campanha Custo Brasil para mostrar como os vilões desse impacto financeiro atuam para encarecer tudo, travar a competitividade industrial e frear o desenvolvimento econômico e sustentável do país.

Anualmente, o Custo Brasil desperdiça R$ 1,7 trilhão no país, que representa 20% do PIB. O termo descreve o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, econômicas e de infraestrutura que encarecem e dificultam a produção, os negócios e a competitividade no país, tanto para o mercado interno quanto para o internacional.

A campanha é estrelada por sete personagens:

  • Jurássio: ele é alta taxa de juros;
  • Infradonha: ela é custo das obras paradas e as consequências da ausência de ampliação e diversificação da matriz logística;
  • Burocratus: ele é morosidade da burocracia;
  • Custo Circuito: ele é valor da energia para lares e empresas;
  • Tributácio: ele reúne todos os tributos pagos;
  • Baiacusto: ele é todos os monstros em um, representando as perdas do Custo Brasil e, o mais novo integrante;
  • Polarizatus: ele é a polarização e transforma qualquer conversa técnica em disputa ideológica.

Conheça a campanha!

Relacionadas

Leia mais

Megaedição: anuário da indústria detalha estratégia contra Custo Brasil
Para 70% dos empresários, carga tributária é o maior problema do Custo Brasil, revela CNI
Conheça os bastidores da campanha Custo Brasil

Comentários