Indicação Geográfica: o redescobrimento do Brasil

Especial da Agência CNI de Notícias explora o rico universo das indicações geográficas brasileiras e mostra o potencial desse instrumento para ajudar a desenvolver o país

Gente, território, tradição. Indicações geográficas nascem dessa antiga e perfeita mistura. Pessoas ocupam espaços e criam coisas, costumes, receitas e arte a partir do que o ambiente oferece. Desde que a civilização se entende por civilização - e talvez até antes, quem há de contradizer - lugares emprestam o nome para suas criações mais ilustres. A Grécia era conhecida tanto pelo vinho de Chios quanto pelos filósofos. A seda chinesa era tão famosa que até rota tinha. O que dizer dos cristais da Boêmia ou da água de Colônia? Reza a lenda que os portugueses, indo atrás de especiarias das Índias, acabaram descobrindo o Brasil. 

Passados mais de 500 anos, o Brasil vai se redescobrindo por meio das indicações geográficas. Tradições e habilidades distinguem cada pedaço deste país tão grande. Vinho, café, renda, queijo, arroz, banana, camarão, pedra, cachaça, tecnologia, cajuína, farinha, goiaba, mais café, cacau, uva, biscoito, guaraná. Hoje, são 61 indicações geográficas brasileiras registradas, mas poderiam (e poderão) ser centenas. Nossas tradições compõem a nossa identidade. Reconhecê-las é atestar a pluralidade cultural e diversidade histórica inevitáveis de mais de 209 milhões brasileiros.

A equipe da Agência CNI de Notícias foi conhecer de perto como é o processo de produção de alguns produtos com indicação geográfica no Brasil. Visitamos quatro cidades: Uarini, no Amazonas; São Roque de Minas e Patrocínio, em Minas Gerais; e Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Acompanhe a série especial de reportagens multimídia:

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