O diretor Jurídico da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alexandre Vitorino, recebeu nesta terça-feira (2) o Prêmio Análise Executivos Mais Admirados 2026, na categoria Jurídico do Setor Industrial. A premiação reconhece os principais nomes à frente das áreas jurídica, financeira e de compliance de grupos com atuação no Brasil.
“Agradeço à análise pelo generoso reconhecimento e à equipe da CNI pela dedicação e pelo trabalho coletivo que tornou essa conquista possível. É uma honra figurar ao lado de colegas tão qualificados nesta premiação, todos comprometidos com o fortalecimento e o desenvolvimento da indústria nacional, patrimônio secular do Brasil”, destacou Vitorino.
Em agenda em Portugal, participando do XIV Fórum de Lisboa, Vitorino foi representado na solenidade de premiação, em São Paulo, pela superintendente Jurídica da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), Letícia Lourenço.
Lourenço também foi finalista do prêmio na categoria Indústria e a assessora Jurídica da Presidência da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Luciana Nunes Freire, finalista na categoria Serviços.
Quem é Alexandre Vitorino?
Diretor Jurídico da CNI desde outubro de 2024, Alexandre Vitorino é advogado, procurador do Distrito Federal e doutor em Direito do Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
Tem LLM (master of laws) pela Universidade de Nova York (NYU) e larga experiência com a atividade consultiva e contenciosa, em especial na jurisdição constitucional.
Prêmio Análise Executivos Mais Admirados 2026
Na edição de 2026, foram identificados 3.298 executivos distribuídos em 1.643 companhias, localizadas em 25 estados e no Distrito Federal. O levantamento consolida o maior mapeamento já realizado pela publicação e reflete as transformações que vêm redefinindo a liderança corporativa no país.
Durante o evento, em São Paulo, foram revelados os 144 profissionais que integram a 12ª edição do prêmio. Os executivos foram destacados por sua atuação nas áreas jurídica, financeira e de compliance, em quatro setores da economia: indústria, agroindústria, comércio e serviços. A premiação é baseada na votação espontânea entre os próprios pares e executivos das maiores empresas do país.


