CNI promove o 4º Diálogo da Rede Sindical da Indústria

O tema abordado no dia 22 de novembro foi o cenário pós-eleições e prioridades da Indústria para os primeiros 100 dias de governo
A 4ª edição contou com a presença de representantes das federações e também foi transmitida pelo YouTube.

Com o objetivo de fortalecer o vínculo e ampliar o alinhamento com sindicatos e federações, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) começou a promover os Diálogos da Rede Sindical da Indústria. A iniciativa foi criada em 2017 pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) e já está em sua quarta edição.

Cada encontro aborda temas escolhidos de acordo com a necessidade apresentada pela Rede de Desenvolvimento Associativo. Neste semestre, o assunto escolhido foi o “Cenário pós-eleições e prioridades da Indústria para os primeiros 100 dias de governo”.

Na bancada estavam o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Coelho Fernandes, e o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade, Renato da Fonseca, que trouxeram para o diálogo as Propostas de Desburocratização e Qualidade Regulatória e a Agenda dos 100 dias, com sugestões da CNI para os primeiros meses do novo governo.

“A Agenda dos 100 dias tem duas dimensões. A primeira apresenta ações que o governo deve iniciar e terminar em 100 dias, que não são a maioria. E a segunda tem aquelas ações que o governo tem que iniciar ou anunciar que vai fazer nesse tempo, mas que o processo de maturação é longo”, explicou José Augusto.

Também estavam presente o gerente-executivo de Assuntos Legislativos, Marcos Borges, a gerente de articulação na Câmara dos Deputados, Beatriz Lima, e o gerente de articulação no Senado Federal, Hávila da Nobrega Oliveira, que contextualizaram o cenário legislativo após as eleições e explicaram a importância e a necessidade de apoio para o setor no Congresso Nacional.

“A nossa capacidade de articulação tem que ser apresentada, nós já temos uma boa capacidade, mas ainda podemos melhorar. Talvez a CNI seja a entidade mais preparada para responder a esse novo cenário político”, afirmou Hávila.

No 4º Diálogo ainda foram apontadas oportunidades a curto prazo para que os sindicatos industriais, as federações e a Confederação conquistassem maior apoio à indústria. Mais de 700 representantes de sindicatos e federações, de todas as regiões do País, acompanharam a transmissão nas sedes e nos escritórios regionais das federações.

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