Desenho em quadrinhos ilustrando uma cena de um home escovando os dentes

O alumínio desempenha um papel fundamental na transição energética, sendo considerado um material estratégico para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e para a redução das emissões de carbono em diversos setores da economia.

Por oferecer leveza, versatilidade para conformação, resistência mecânica à corrosão, que garantem maior vida útil aos produtos, além da alta condutividade e capacidade de reciclagem, o alumínio pode ser considerado um catalisador de transformações que vão acelerar os objetivos de descarbonização do país e de seus principais mercados consumidores.

Um dos caminhos para a redução das emissões de gases de efeito estufa é a reciclagem.

 

Em 2024, 57,3% do metal consumido veio da reciclagem,

 
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contra uma média mundial de 28,8%, segundo a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL).

Das 1.484 mil toneladas de produtos de alumínio consumidos no Brasil em 2023, 850 mil toneladas foram de fonte secundária, da reciclagem. O processo de reciclagem consome apenas 5% da energia necessária em relação à produção do metal primário e reduz 95% das emissões de GEE.

Além disso, a intensidade carbônica do alumínio brasileiro – quantidade de emissões de CO2 por tonelada de alumínio primário produzido – fica entre 4,5 e 6,5 toneladas, frente a uma média global de 15 toneladas de gás carbônico por tonelada do insumo, de acordo com a ABAL e International Aluminium Institute (IAI).

Segundo a Presidente-Executiva da ABAL, Janaina Donas, “o alumínio brasileiro é um material estratégico para a transição de uma economia de baixo carbono e para o fortalecimento de uma indústria de base forte e sustentável”.

 
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CBA

 

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), controlada pela Votorantim S.A, produz alumínio de baixo carbono e conta com operações em sete estados brasileiros. A fabricação do material com 100% de energia elétrica, com um índice de 3,03 toneladas de CO2 por tonelada de alumínio líquido, posiciona a companhia entre as empresas com menor emissão de GEE do mundo nesse tipo de indústria.

 
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O alumínio é um metal infinitamente reciclável, flexível, resistente e que pode proporcionar soluções inovadoras e sustentáveis de baixo carbono”,

destaca Head de Sustentabilidade da CBA, Leandro Faria.

 

A companhia é a primeira fabricante de alumínio primário do mundo a ter nota A no rating de mudanças climáticas do Carbon Disclosure Project (CDP), entidade de referência mundial na avaliação de ações sustentáveis, e metas de redução de emissões aprovadas pelo Science Based Targets (SBTi).

 

“As emissões do setor de alumínio representam 2% da emissão mundial, e a CBA emite quatro vezes menos que a média mundial na etapa de eletrólise”, acrescenta o executivo.

Na Refinaria de Alumina, a CBA possui o melhor resultado do mundo, com redução de 60% das emissões nessa etapa desde que foi implementada a caldeira de biomassa, em 2020, em substituição às movidas a gás natural e óleo.

A companhia também atingiu 65% de conteúdo reciclado em produtos Metalex e 91% em produtos Alux em 2022, reduzindo a pegada de carbono – já que o alumínio reciclado tem baixa emissão de CO2 devido ao menor consumo de energia (95% menor que o alumínio primário).

Processo produtivo da #NossaCBA

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